Conhecer a si mesmo é como uma jornada sem rota. Quando você pensa que está chegando perto do fim, aparecem esquinas, desvios, atalhos e caminhos sinuosos pelos quais nos perdemos e permanecemos vagando por alamedas mentais.
Hoje percebi tamanha complexidade dentro de mim, e mais do que nunca tive certeza que somos tudo o que vemos, sentimos, comemos, tocamos e ouvimos. Uma sequência numérica e uma foto 3x4 não definem nossa identidade. Tudo é repertório. Tudo é referência. Somos o que gostamos, mas será que sempre gostamos do que somos? Fica a pergunta.
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